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• Ortodontia – o que evitar na alimentação
• Bruxismo
• Bons hábitos bucais durante toda a vida
• Alterações dentárias na gravidez
• Mau hálito
• A respiração bucal e as deformidades dento-faciais
• Adoçante na saúde oral
• Cancro bucal
• Contaminação das escovas dentais
• Dentes de leite
• Alimentação na saúde oral

  Ortodontia – o que evitar na alimentaÇÃo
Ortondontia

Alimentos a evitar
Estes alimentos podem partir ou dobrar os arcos, e/ou descolar os brackets e, por isso, atrasar o tratamento:
• Sementes/Frutos: amêndoas, sementes com casca, amendoins;
• Frutos/Vegetais: frutos e vegetais de consistência dura devem ser cortados em pedaços ex.: maçãs, pêssegos, cenouras cruas…
• Torradas, bolachas duras, pão de côdea dura;
• Alimentos açucarados: bolos, pastéis.

Alimentos proibidos

Estes alimentos podem dissolver o esmalte superficial, produzindo lesões permanentes nos seus dentes:
• Bebidas gaseificadas como Coca-Cola, 7Up, etc;
• Pipocas;
• Pastilhas elásticas (com ou sem açúcar);
• Rebuçados, chupa-chupas;
• Substâncias pegajosas (ex.: caramelos, gomas ou qualquer rebuçado com esta consistência).

Nota: É completamente proibido roer objectos estranhos tais como canetas, lápis, unhas, etc.

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  Bruxismo
Bruxismo

"O bruxismo, hábito de apertar e ranger os dentes é comum em cerca de 15% das pessoas. Esses pacientes podem sofrer fortes dores de cabeça, desgaste dos dentes e distúrbios da articulação mandibular. As causas deste problema podem ser a tensão emocional e o fechamento inadequado da boca."

Estes sintomas são comuns durante o sono. Ranger os dentes à noite e apertá-los durante o dia, formam um problema progressivo onde o paciente perde os parâmetros e só percebe que tem bruxismo se prestar atenção na própria tensão muscular ou se alguém ouvir o ranger noturno. O diagnóstico geralmente é feito depois que surgem algumas complicações.
O bruxismo é associado ao estresse em muitos casos. A maioria dos pacientes com sintomas de bruxismo têm aumento da tensão emocional. Um alinhamento incorreto dos dentes e fechamento inadequado da boca está presente na maior parte dos casos, mas dificilmente são suficientes para causar o problema na ausência de um aumento da tensão. Alguns medicamentos podem induzir ou agravar essa situação.
As dores de cabeça tensionais são comuns nos portadores de bruxismo. Elas surgem por contração excessiva dos músculos da mastigação, podendo atingir rosto, pescoço, ouvido e até ombros. O período crítico é pela manhã (se a contração predominar a noite) ou de tarde (se predominar de dia).
Outro problema decorrente do bruxismo é dor da articulação da mandíbula. Esta também pode sofrer estalos, travamento, restringir a abertura da boca e desviar para o lado ao abrir e fechar.
Também é frequente a dor e o desgaste dos dentes que pode chegar à gengiva. Em dentes mais frágeis, sejam eles cariados ou tratados, o ranger pode provocar a quebra. Traumas repetidos e inflamação da gengiva levam à perda do suporte ósseo dos dentes, que se tornam móveis.

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Bons hÁbitos bucais durante toda a vida

Bons hábitos bucais durante toda a vida

Os cuidados bucais começam desde cedo, até antes do bebê nascer. Os pais devem estar presentes na hora da escovação para que os filhos aprendam a técnica correta e criem o hábito saudável de higiene oral todos os dias. Ajudar na escovação dos dentes das crianças até os seis anos é fundamental para a boa saúde oral.
A boa higiene bucal é a condição essencial para manter um sorriso bonito e saudável durante toda a vida adulta. As crianças assim como os adultos também têm cáries e doenças gengivais que podem tornar-se problemas sérios. Para evitar esses problemas é essencial:

– Escovar os dentes no mínimo três vezes ao dia usando um creme dental com flúor para remover a placa bacteriana.

– Usar fio dental diariamente para remover a placa bacteriana que se instala entre os dentes e sob a gengiva.

Limitar a ingestão de açúcares e alimentos que contêm amido.

– Consultar seu dentista periodicamente para um exame profissional detalhado ou uma limpeza.

–Trocar a escova dentária a cada 3 meses.

Se você cuidar bem dos seus dentes e fizer consultas periódicas com seu dentista, os seus dentes podem durar a vida inteira.
Independentemente da idade, você pode ter dentes e gengivas saudáveis.
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AlteraÇÕes dentÁrias na gravidez

Alterações dentárias durante a gravidez

Apesar de existir a crença popular em que as mulheres grávidas apresentam maior problemas dentários que as mulheres não gestantes, não há nenhum estudo científico sobre isso. A razão do aparecimento de muitos dos  problemas dentários na gravidez se deve a negligência com a higiene oral aliada ao aumento da frequência de ingestão alimentar diária e mudanças hormonais.
Entre as alterações bucais estão a gengivite gravídica que é uma resposta inflamatória exagerada em relação a fatores irritantes que causam a gengivite comum. A sua prevenção é simples, bastando realizar meticulosa higiene oral, (escovação e uso de fio dental) e, sempre realizar acompanhamento com um dentista. Podem ocorrer também aumento da mobilidade dentária e do fluido gengival por alterações no equilíbrio hormonal. Porém essas alterações reduzem-se normalmente após o parto.
Outras mudanças que ocorrem na cavidade oral são o aumento da salivação e o aparecimento de pigmentação que ocorre geralmente nos lábios (manchas nos lábios) devido às modificações hormonais.
Além disso as mulheres grávidas têm geralmente um número maior de cáries, chegando até a perda dentária em alguns casos. Isto é  provocado  por aumento da frequência da ingestão de alimentos ( 2 em 2 horas em média) e ausência de boa higiene oral com esta mesma frequência.
O tratamento dentário de rotina deve ser realizado preferencialmente durante o segundo trimestre de gestação e para evitar situações de urgência, é altamente recomendável a realização de tratamento e check-up prévios a gestação.
Em casos de urgências odontológicas, como nos casos de pulpite(dor aguda) e abscesso, por exemplo, deve-se realizar o tratamento, independente do período de gestação. Se for necessário a realização de  radiografia, o médico tomará os devidos cuidados  para que o risco para o feto seja praticamente nulo.
O uso de medicamentos deve ser avaliado (risco/benefício) pelo dentista e nunca deve ser feita auto-medicação pela doente. É importante salientar que durante a amamentação o bebé também recebe os medicamentos administrados à mãe, já que a grande maioria das drogas é excretada pelo leite materno, em menor ou maior grau.

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Mau hÁlito

Mau hálito

As pessoas que têm um mau hálito constante, por fadiga olfatória, podem não perceber seu próprio hálito. Somente as pessoas que têm períodos de halitose (mau hálito) e períodos de normalidade conseguem percebê-lo.
A maneira mais simples de identificá-lo é pedir a um familiar ou a um amigo de confiança que faça essa avaliação para você. Caso você identifique o problema ou caso você se sinta constrangido a pedir a alguém que o avalie, pode procurar um dentista para que este possa ajudá-lo no diagnóstico e no tratamento da halitose.
Os casos de halitose não podem ser explicados por um único mecanismo. Existem situações provocadas tanto por razões fisiológicas (má higienização), razões patológicas, (feridas cirúrgicas, cárie, doença periodontal etc.) ou razões sistêmicas(diabetes, uremia, prisão de ventre etc.).
No entanto, 96% ou mais dos casos se devem à presença de saburra lingual e, assim, devem ser tratados.
Saburra lingual
é um material viscoso e esbranquiçado ou amarelado, que adere ao dorso da língua em maior proporção na região posterior. Esse material é composto de restos alimentares e bactérias que produzem componentes de cheiro desagradável no final de seu metabolismo.
A causa primária da formação de saburra é a leve redução do fluxo salivar, com a presença de uma saliva muito mais rica em mucina ("gosmenta") e que facilita a aderência de microrganismos e alimentos sobre o dorso da língua.
É bom que se diga que existem vários graus de redução do fluxo saliva e por este motivo devemos avaliar as causas da redução para que se decida sobre o tratamento.

Podemos agir de várias maneiras para evitar e tratar o mau hálito:
1. Remoção mecânica por meio de limpadores linguais.
2. Identificação da causa da redução do fluxo salivar para que se possa estabelecer o tratamento adequado.
3. Realizar tratamento dentário nos casos onde há necessidade
4. Melhorar higiene dentária diária

Quando o mau hálito não é cronico, mas apenas esporádico, devemos observar uma higiene bucal e lingual adequadas, estimular a salivação de maneira fisiológica (isto é, sem o uso de medicamentos) com o uso de pastilhas sem açúcar, gotas de sumo de limão com um pouco de sal, ou ainda, cuidar da alimentação (evitar o excesso de proteína, gordura, condimentos e alimentos de cheiro carregado) e manter uma freqüência de ingestão de água e de alimento (que contenha algum carbohidrato) a cada 3 ou 4 horas.
O mau hálito não vem do estômago mas é comum os pacientes pensarem dessa maneira. Também é comum pacientes com gastrite terem mau hálito. Vamos explicar melhor esse mecanismo: à medida que a saburra se forma, ela passa a ser um meio propício também à instalação e à proliferação de microrganismos patogênicos cuja porta de entrada é a boca. São exemplos os microrganismos causadores de doenças pulmonares, gastrintestinais e até mesmo de amigdalites e de doenças periodontais.
No caso da relação da halitose e gastrite, a redução do fluxo salivar propicia a formação de saburra, a qual permite que a bactéria causadora da gastrite (Helicobacterpilor) se instale no dorso lingual, prolifere e aumente em número, podendo chegar ao estômago e desencadear a gastrite. Na verdade, a manutenção do fluxo salivar em condições normais não evita apenas a formação de saburra e mau hálito, mas também previne doenças como gastrite, pneumonia, amigdalite, periodontite etc.

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A RESPIRAÇÃO BUCAL E AS DEFORMIDADES DENTO-FACIAIS

A Respiração Bucal e as Deformidades Dento-faciais

Actualmente, os problemas respiratórios na infância estão cada vez mais frequentes, porém pouca gente sabe, da relação desses problemas, principalmente nas crianças que respiram constantemente pela boca, com os problemas ortodônticos ( a maloclusão dentária).
A respiração é junto com a mastigação, um dos principais fatores que contribuem para o correto desenvolvimento dos ossos maxilares e conseqüentemente um correto posicionamento dos dentes.
Quando a criança passa a respirar pela boca, várias alterações começam a ocorrer:
Passa a manter a boca aberta a maior parte do tempo
A língua passa a ficar mais baixa, junto ao assoalho da boca, em contato apenas com os dentes de baixo
A criança, para facilitar a respiração bucal, projeta a cabeça para a frente, esticando o pescoço, mudando a postura da coluna cervical.
Essas alterações, junto com a inversão da passagem do ar (o ar passa a entrar e sair pela boca e não pelo nariz) aos poucos vão trazendo alterações para os ossos maxilares, para as arcadas dentárias e para o posicionamento correto dos dentes.
As principais alterações que vemos são o céu da boca alto e estreito, as mordidas cruzadas (quando os dentes de cima encaixam por dentro e os de baixo por fora) que podem ser uni ou bilaterais, as mordidas abertas (quando os dentes da frente não se tocam, ficando um espaço entre eles), os apinhamentos dentários (pela falta de espaço os dentes ficam amontoados) e as retrusões mandibulares (falta de crescimento da mandíbula, o osso onde ficam os dentes de baixo, deixando um espaço horizontal grande entre os dentes anteriores de cima e os de baixo).

As causas principais do aparecimento da respiração bucal são as obstruções das vias aéreas superiores, e podem ser devido à:

– Obstruções nasais por alergias (Rinites e Rinossinusites)
– Hipertrofia de cornetos nasais
– Desvio de septo nasal
– Adenóides aumentas
– Amígdalas aumentadas

A respiração bucal, hoje, pelo conjunto de sinais e sintomas associados a ela, é conhecida como a Síndrome do Respirador Bucal.
O respirador bucal além das características descritas acima ainda apresenta uma face característica, com:

– Nariz estreito
– Narinas afiladas
– Lábio superior curto
– Boca entreaberta
– Olheiras acentuadas

Também pode apresentar baixo rendimento escolar, ser irriquieto, sonolento, apresentar cansaço intenso com pouco exercício físico, ronca e baba a noite e é um forte candidato a apresentar apnéia do sono, ainda na infância.
É um problema sério, que envolve para o seu tratamento, vários profissionais. Em geral, o tratamento da respiração bucal envolve os médicos, principalmente o Otorrinolaringologista, que vai tratar as causas da obstrução nasal, o Dentista (Ortodontista) que vai atuar nas sequelas bucais da respiração bucal, corrigindo os dentes e arcadas dentárias, bem como Terapeuta da Fala e Fisioterapeuta.
Como toda alteração que envolve o crescimento e desenvolvimento dos ossos maxilares e arcadas dentárias, o tratamento ortodôntico das seqüelas da respiração bucal deve ser o mais precoce possível, mesmo enquanto a criança ainda tem os dentes de leite, para que essas alterações não se perpetuem durante o crescimento da criança, tornando mais difícil seu tratamento no futuro.

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AdoÇante na saÚde oral

Adoçante na Saúde Oral

O adoçante substitui o açúcar em relação ao paladar, porém nem sempre os adoçantes são isentos de calorias.
As bactérias que provocam cárie se alimentam principalmente de açúcar (sacarose). O adoçante não contém açúcar e por isso não são aproveitados como alimento pelas bactérias. Quando o adoçante é adotado na dieta alimentar, o número de bactéria diminui. Porém, não é só o açúcar que provoca a cárie. Vários fatores atuam em conjunto para provocar a cárie, por isso a prevenção não pode ser feita somente com a eliminação do açúcar da dieta.
Os adoçantes não têm contra-indicação para saúde, desde que sejam ingeridos em quantidade recomendada. É preciso tomar cuidado com adoçantes constituídos de álcool poliídrico (sorditol, xilitol, maltitol), que não podem ultrapassar a dose de 50 gramas diárias, caso contrário podem causar diarréia.
As crianças podem ingerir adoçantes, mas normalmente recomenda-se apenas para aquelas que realmente têm indicação para o seu uso, como as diabéticas e, em algumas situações, as obesas (indicação médica). Em relação às crianças com risco aumentado para a cárie, o ideal é manter um controle na ingestão de sacarose, tanto na freqüência quanto na quantidade, e reforçar os outros meios preventivos como a higiene oral.
Como ocorre com qualquer alimento, o uso indiscriminado dos adoçantes não é indicado, devendo, portanto, haver moderação. Alguns adoçantes sintéticos como aspartame, sacarina, acesulfame-K e sucralose são aprovados pela Food and Drug Administration (FDA) e, portanto, têm uma regulamentação maior para as doses máximas recomendadas. Os refrigerantes diet utilizam, em geral, uma mistura de aspartame, sacarina e ciclamato de sódio. A chance de se chegar à dose máxima desses componentes é, praticamente, teórica. Levando-se em conta que os estudos ora aprovam, ora condenam os diversos adoçantes, e tendo em vista que os órgãos controladores seguem os estudos para aprovarem ou não o uso, o mais sensato é utilizar pouco.
O uso de pastilhas sem açúcar , principalmente as que contêm o adoçante xilitol (que tem ação anti-bacteriana) ajudam na proteção contra as cáries pois não tem açúcar e estimulam a salivação.

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Cancro bucal

Cancro Bucal

O cancro bucal é um tumor maligno que se desenvolve a partir de uma célula que sofre uma série de alterações genéticas, que influenciam a diferenciação, o crescimento e a morte celular. A célula "defeituosa", diferentemente das outras, passa a se multiplicar desordenadamente, transformando-se num corpo estranho ao organismo.
As pessoas que estão mais vulneráveis a ter cancro bucal são aquelas que fumam tabaco, consomem bebidas alcoólicas com freqüência e se expõem excessivamente à radiação solar. Mas também existem outros fatores que podem contribuir para o desenvolvimento do cancro bucal como: má higiene oral; dentes quebrados; próteses removíveis parciais ou totais mal adaptadas que ferem a gengiva; dieta pobre em vitaminas A, C, E e o vírus HPV (papilomavírus humano).
As hipoteses de cura do cancro de boca quando diagnosticado e tratado na fase inicial varia de 85% a 100%. É possível fazer um auto-exame para verificar se está tudo bem com a sua saúde bucal. Porém este auto-exame não significa que você não deva visitar seu dentista regulamente.

Diante de um espelho, após retirar próteses ou outros aparelhos removíveis:

1) veja se em seu rosto há algum sinal que você não notou antes;
2) observe no lábio se há manchas ou feridas;
3) puxe o lábio de baixo e examine-o por dentro; faça o mesmo com o lábio de cima;
4) abra a boca e estique a bochecha; faça isso dos dois lados;
5) ponha a língua para fora e observe sua parte de cima;
6) puxe a ponta da língua para o lado direito e depois para o lado esquerdo e observe as laterais da língua;
7) coloque a ponta da língua no céu da boca e examine a parte de baixo da língua e o soalho da boca;
8) incline a cabeça para trás e examine o céu da boca;
9) ponha a língua pra fora, diga "A, A, A,..." e observe a garganta.

Para pessoas não-fumantes, recomenda-se fazer o auto-exame bucal a cada 6 meses e, para os fumantes, a cada 3 meses. O ideal é fazer 1 vez por mês para que qualquer alteração da normalidade da boca seja prontamente detectada.
Anormalidade na boca são: feridas que não cicatrizam em 2 semanas; manchas brancas, vermelhas ou negras; carnes crescidas; caroços; bolinhas duras e inchaço na boca; dificuldade para movimentar a língua; sensação de dormência na língua; dificuldade para engolir. A presença de qualquer um desses sinais merece um exame mais detalhado, com encaminhamento do paciente ao dentista.

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ContaminaÇÃo das escovas dentais

Contaminação das Escovas Dentais

As escovas dentais podem ser contaminadas por diferentes tipos de bactérias (inclusive das causadoras da cárie, vírus, leveduras, parasitas intestinais que entram em contato com a escova através do contato com a cavidade bucal ou no meio ambiente. Pode haver contato entre escovas de diferentes membros da família guardadas no mesmo recipiente na casa de banho. Também, torna-se muito difícil o controle da ocorrência de contato salivar entre indivíduos em ambientes como creches, pré-escolas e outras instituições que abrigam crianças de idade precoce, podendo a escova ser trocada e/ou compartilhada inadvertidamente. Dessa forma, a desinfecção das escovas deve ser efetuada.
A forma mais prática e econômica de fazer a desinfecção da escova é lavando-a logo depois do uso, remover o excesso de água e passar um anti-séptico, principalmente nas cerdas. Depois da desinfecção a escova pode ser guardada.
Antes da próxima escovação, a escova deve ser lavada em água corrente. Após a escovação, não seque a escova com toalha de banho ou de rosto, pois isso pode aumentar ainda mais a contaminação. O excesso de água deve ser removido por meio de batidas da escova na borda do lavatório da casa de banho.
Para a desinfecção das escovas recomenda-se o gluconato de clorexidina a 0,12% e o cloreto de cetilpiridínio a 0,05% pois são eficazes na eliminação da maioria das bactérias presentes nas cerdas da escova.
A melhor forma de guardar a escova de dente, e evitar a contaminação, é no armário da casa de banho. A escova deve ser conservada em local seco, após a desinfecção com anti-séptico.
Não há que se reprovar a iniciativa da indústria, que desenvolveu modelos de escovas dentais que vêm acompanhadas de um estojo para proteger as cerdas, pois ele é útil quando guardamos as escovas na mala, por exemplo, evitando o seu contato com dinheiro, carteira etc.
As escovas devem ser trocadas a cada três meses no caso de indivíduos sadios, desde que a desinfecção da escova seja feita diariamente.

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Dentes de leite

Dentes de Leite

A idade média normal para o nascimento dos dentes de leite é por volta de 6 meses de idade. Um atraso em torno de mais 6 ou 8 meses ainda pode ser considerado dentro dos padrões da normalidade em nossa população. Também poderemos ter dentes de leite que erupcionam (nascem) antes do prazo médio, ou seja, logo após o nascimento ("dente natal"), ou por volta de 2 a 3 meses de idade ("dente neonatal").
Ao nascimento dos dentes do bebé, poderão ocorrer alguns sintomas, como coceira e abaulamento da gengiva, com aumento da salivação, estado febril, e até as fezes podem ficar mais líquidas.
Para ajudar o rompimento dos dentinhos e melhorar esse desconforto, deveremos oferecer ao bebé alimentos mais duros e mordedores de borracha, para massagear a gengiva.
A presença dos dentes de leite é muito importante porque prepara o caminho (guia) para a erupção dos dentes permanentes mantendo em equilíbrio harmônico o crescimento das estruturas da face (dentes, ossos e músculos); proporciona uma mastigação e deglutição adequadas dos alimentos e conseqüente digestão. Um dente de leite comprometido seriamente por cárie poderá levar a uma infecção, acarretando a má formação do dente permanente. Além disso, quando as crianças têm os dentes esteticamente comprometidos, percebemos que ocorre uma dificuldade de comunicação e integração social.
Se a criança traumatizar o dente (bater a boca), deverá procurar o dentista para exame clínico e radiografia da região atingida, fazendo uma avaliação do caso. Se houver fratura, guardar o fragmento em soro fisiológico, para tentar o procedimento clínico de colagem do fragmento. Caso ocorra perda do dente (o dente cai por inteiro), levar o mesmo, em soro fisiológico ou leite, ao dentista, onde será feita a avaliação do procedimento adequado para solucionar o problema.
O uso do biberão após a erupção dos dentes poderá levar à chamada cárie de biberão, quando apresentar um uso descontrolado e contínuo. O fato de se adicionar outro componente ao leite, como açúcar, leva ao aumento do risco de cárie.
Por isso recomendamos que o biberão noturno seja suspenso tão logo erupcione o 1º dente; caso haja dificuldade, poderá se oferecer água pura.
A Academia de Pediatria Americana recomenda que o uso do biberão deverá ser interrompido dos 9 aos 36 meses de vida, gradualmente.
A escovação dos primeiros dentes deverá ser iniciada assim que estes estejam erupcionando, com escova infantil e de cerdas macias e pasta dentífrica adequada a idade. Antes da erupção dos dentinhos, a boca e a gengiva do bebê já deverão ser limpas com a ponta de uma fralda ou com gaze embebida em água filtrada. Os hábitos de higiene, aprendidos quando criança, serão levados para a vida adulta.
A chucha ou a sucção do dedo leva a um desequilíbrio das arcadas dentárias e mau posicionamento dos dentes. O hábito da chucha deverá ser interrompido por volta dos 3 anos de idade, quando a criança já está consciente de suas vontades e não requer mais a compensação de sugar. Portanto, devemos encorajá-la a deixar o hábito, sendo, às vezes, uma troca agradável e consciente.
A retirada do hábito de sucção do dedo requer mais consciência por parte da criança, força de vontade e sua colaboração, que poderá acontecer um pouco mais tarde. Nos casos mais severos, a avaliação de um psicólogo é recomendável.

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AlimentaÇÃo na saÚde oral

Alimentação na Saúde Oral

Para que o indivíduo desenvolva dentes resistentes e gengivas saudáveis é necessário que ele tenha uma alimentação equilibrada.
Uma alimentação balanceada dá aos tecidos da gengiva e dos dentes os nutrientes e minerais de que necessitam para permanecerem fortes e resistirem a infecções que podem levar à gengivite. Além disso, os alimentos fibrosos (como as verduras e frutas) ajudam a limpar os dentes e tecidos gengivais. Os alimentos moles e pegajosos tendem a ficar presos entre os dentes, produzindo mais placa bacteriana.
A alimentação deve conter uma ampla variedade de vitaminas e sais minerais, cálcio, fósforo e níveis adequados de flúor.
Assim como o flúor é o maior protetor dos dentes, as guloseimas são seu maior inimigo.
Os açúcares e amidos que fazem parte de vários tipos de lanches como bolachas, biscoitos, doces, frutas secas, refrigerantes e batata frita combinam-se com a placa bacteriana produzindo substâncias ácidas. Estas substâncias atacam o esmalte e podem formar cáries.
Quando você consome alimentos e bebidas que contêm açúcar e amido, as bactérias da placa produzem ácidos que atacam seus dentes durante 20 minutos ou mais. Para reduzir o dano ao esmalte dos dentes, limite o consumo de alimentos e bebidas entre as principais refeições. E quando você comer entre as refeições, escolha alimentos nutritivos como queijo, verduras cruas, iogurte natural ou frutas.
A QUALIDADE do que a criança ingere é essencial para o seu bom desenvolvimento geral. Quanto mais variada em nutrientes e vitaminas for essa alimentação, mais rica será a saliva secretada que terá um maior poder remineralizador para banhar
e lavar os dentes nas inúmeras deglutições (engolir) por dia.
Respeitar os intervalos e a FREQÜÊNCIA das refeições é um hábito muito saudável. Alimentos e principalmente os doces acidificam a boca quando são consumidos. A saliva precisa de intervalos grandes entre as refeições para poder diminuir a acidez bucal causada pela alimentação. A escovação após as refeições é fundamental para agilizar o potencial de remineralização dos dentes.
A mastigação é um ótimo estímulo para o desenvolvimento harmônico e funcional da face da criança. A CONSISTÊNCIA dos alimentos (texturas diferentes, alimentos fibrosos e duros) deve otimizar a mastigação e conseqüentemente o crescimento crânio-facial.
Seguem algumas sugestões de alimentos com textura e consistência adequadas para estimular a mastigação do seu filho:

» Maçã e frutas o mais inteiras possível, em pedaços ou em cubos
»Cenoura crua em palitos
»Frutas desidratadas sem açúcar (banana-passa, damasco, ameixa seca...)
»Milho cozido ou assado na espiga
»Castanhas naturais, amendoim e nozes
»Barra de cereais
»Cereais com iogurte
»Cookies integrais (produtos naturais)

A alimentação das crianças depende dos pais:

»O que eles oferecem para a criança e a fazem experimentar?
»O que eles compram no supermercado?
»O que eles comem, sobretudo na frente das crianças?
»O que eles escolhem para refeições e lanches dos filhos?
»Os armários de lanche estão ao alcance das crianças?

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